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Coprocessamento é alternativa para descarte correto dos resíduos industriais em Mato Grosso

Da Redação da Folhamax*

 

Para apresentar e discutir alternativas sustentáveis para destinação correta dos resíduos industriais, a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) e a Votorantim Cimentos promovem o Ciclo de Palestras ‘Resíduos Sólidos: O que fazer?’. O evento, direcionado para empresários industriais associados aos Sindicatos Patronais, será gratuito e acontece dia 03 de junho, às 18h30, no auditório do Sistema Fiemt, em Cuiabá.

Ambientalmente, o coprocessamento é a alternativa que apresenta melhor custo/benefício, sendo utilizada em diversos países como o Canadá, Alemanha, Japão, Estados Unidos e Bélgica, e usada no Brasil desde o início da década de 90. Entre as principais vantagens estão: a eliminação definitiva de resíduos industriais e passivos ambientais; fonte alternativa de energia; preservação de recursos energéticos não renováveis pela substituição do combustível convencional; preservação de jazidas; contribuição à saúde pública e geração de novos empregos.

No Brasil, a atividade de coprocessamento na indústria cimenteira é regulamentada por lei (Resolução CONAMA Nº 264) e recebe resíduos líquidos, pastosos, sólidos, energéticos, materiais contaminados, triturados e outros como serragem de madeira, óleos usados, resíduos de áreas impactadas (solo e areia contaminados), resíduos orgânicos, borras de tintas, pneus e solventes de indústrias químicas são exemplos de rejeitos que são aproveitados.

“Pretendemos reforçar com os empresários a responsabilidade que cada um tem com a gestão adequada dos resíduos, além de apresentar alternativas para que o descarte seja efetuado de forma correta. Ao ter esse cuidado o empresário evita transtornos futuros e, principalmente, contribui com o desenvolvimento sustentável”, disse o presidente do Sistema Fiemt, Jandir Milan.

O coordenador comercial de coprocessamento da Votorantim, Edson Rodriguez, vai ministrar a palestra ‘Destinação de resíduos sólidos industriais via a tecnologia de Coprocessamento, uma solução ao problema atual’. A especialista em direito agroambiental, Alessandra Panizi, vai abordar a ‘Responsabilidades na Gestão de Resíduos’. E a assessora técnica da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema), Solange Cruz, vai explicar a ‘Política Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos’. Após as apresentações será realizado um debate com os participantes. Os interessados podem se inscrever pelo formulário online. Mais informações pelo telefone (65) 3611-1679 ou pelo e-mail cointec@fiemt.com.br

 

Palestrantes

Edson Rodriguez atua há mais de 20 anos nas áreas comercial e operações, em segmentos produtivos e de serviços. Possui participação em planejamento e implantação de projetos de instalações para tratamento de resíduos e desenvolvimento de novos negócios relacionados à área ambiental. Já foi presidente da Câmara de Resíduos Sólidos da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB) e presidente do Instituto de Desenvolvimento de Estudo Logístico, Transporte e Meio Ambiente (IDELT).

Alessandra Panizi atua exclusivamente com Direito Ambiental. Ela é membro do Conselho Nacional de Recursos Hídricos e do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Cehidro) e membro da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados de Mato Grosso (OAB-MT). Ela foi membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e do Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA), e foi diretora de Recursos Hídricos da Fundação Estadual de Meio Ambiente. É docente em curso de graduação e de pós-graduação em universidades no Estado. Atualmente, é assessora ambiental da Fiemt.

Solange Cruz é analista de tecnologia ambiental da Sema, onde atua nas Superintendência de Educação Ambiental e de Indústria, Mineração, Infraestrutura e Serviços, e nas Coordenadorias de Mineração e de Gestão de Resíduos Sólidos. Mestre em Ecologia e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Federal de Mato Grosso, está desenvolvendo o projeto ‘Regionalização da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos’, além do ‘Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana, Cuiabá-MT com coleta seletiva’. Solange é docente em cursos de graduação e de pós-graduação em universidades de Mato Grosso.

 

 

*Fonte: Extraído de http://folhamax.com.br/cidades/coprocessamento-e-alternativa-para-descarte-correto-dos-residuos-industriais-em-mato-grosso/10477 in 28 de maio de 2014

 

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Laboratório de meio ambiente: serviços de amostragem e análises

Laboratório de meio ambiente: serviços de amostragem e análises

 

Conte com a ABCP para coletar, analisar e monitorar emissões industriais. Peça um orçamento.

 

A ABCP é acreditada pelo INMETRO para a realização de amostragem de emissões atmosféricas e respectivas análises.

 

Para a concessão ou renovação do licenciamento de atividades industriais, como a de coprocessamento, as regulamentações estaduais e federais estabelecem limites máximos de emissão de poluentes na atmosfera, além de exigirem o monitoramento periódico dessas emissões.

A avaliação das emissões, feita com base em normas nacionais e internacionais e posterior análise em laboratório especializado, é realizada pela amostragem dos gases liberados na chaminé.

Decretos estaduais recentes têm exigido que as coletas e análises sejam realizadas por laboratórios devidamente acreditados pelo INMETRO segundo a Norma NBR ISO/IEC 17025 (Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração).

Com corpo técnico especializado e laboratório bem equipado, a ABCP está preparada para atender à demanda da indústria e está acreditada pelo INMETRO para a realização de amostragem de emissões atmosféricas e respectivas análises.

A ABCP realiza ainda ensaios de caracterização dos resíduos para fins de coprocessamento, avaliação ambiental do clínquer e cimento coprocessados, entre outros, todos também com acreditação INMETRO.

Conheça os ensaios que a ABCP está apta a realizar:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate

Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate

 

A ABCP, em parceria com a Embaixada da Suécia, promoveu no dia 29 de novembro o seminário “Coprocessamento de Resíduos Sólidos Urbanos e Tecnologias mais Limpas”, evento que contou com a presença do dr. Kåre Helge Karstensen, diretor científico da Fundação de Ciência e Pesquisa Aplicada (Sintef), maior organização de pesquisa da Escandinávia, que tratou do coprocessamento sob a perspectiva da segurança ambiental e da saúde pública. Em sua palestra, o cientista abordou experiências internacionais e melhores práticas do coprocessamento de material orgânico.

 

O evento contou com as seguintes palestras:

  • Coprocessamento de Material Orgânico  – Experiências Internacionais e Melhores Práticas – Kåre Helge Karstensen
  • Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos – Ministério do Meio Ambiente – Ronaldo Hipólito Soares
  • Segurança e Confiabilidade Técnicas de Abatimento de Emissões de NOx
  • Tecnologias Modernas para Medição Contínua de Emissões – Carlos Tumang – Opsis
  • Tecnologias de Prevenção de Incêndios no Coprocessamento da Indústria Cimenteira – Raul Moreno – Firefly

 

Acesse aqui os arquivos das palestras.

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Brasil sedia o 27º Congresso Técnico FICEM-APCAC

Brasil sedia o 27º Congresso Técnico FICEM-APCAC

De 5 a 8 de setembro de 2011, São Paulo foi sede de debates e apresentações sobre fabricação de cimento, durante o 27º Congresso Técnico FICEM-APCAC, realizado pela Federación Interamericana del Cemento, com o apoio da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento). O evento reuniu 324 profissionais de cerca de 25 países, número nunca antes alcançado, sendo a primeira vez que este congresso deixa a região do Caribe e é realizado num país da América Latina.

O congresso contou também com uma área de exposição com 50 fornecedores de serviços e equipamentos de última tecnologia.

O evento promoveu o intercâmbio de experiências e iniciativas em prol do desenvolvimento sustentável da indústria cimenteira, destacando sua efetiva contribuição para com o ambiente. Para isso foram realizadas 37 palestras distribuídas entre produtores de cimento e fornecedores da indústria e 2 visitas técnicas, uma delas à sede da ABCP, para conhecer os laboratórios e instalações da Associação.

Há muito a indústria cimenteira do Brasil não contava com um evento sobre processo de fabricação dessa magnitude e os participantes saíram satisfeitos e impressionados, sobretudo com a visita aos laboratórios da ABCP, e com as apresentações sobre coprocessamento e mudanças climáticas feitas durante a visita.

O reconhecimento à ABCP também aconteceu nas palestras realizadas no Congresso. O responsável pelos Laboratórios da Associação, geólogo Arnaldo Battagin, ministrou a palestra “Inovações de Cimentos Portland e Novos Ligantes”, eleita entre os participantes como a melhor palestra do evento.

Sobre a Ficem

Apoiado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e pelo Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento (SNIC), o evento é organizado pela Federación Interamericana del Cemento (FICEM), reúne e representa as maiores empresas e institutos de cimento de 25 países da América Latina, além de Portugal e Espanha, englobando 42 grupos cimenteiros, 75 companhias produtoras de cimento e 221 plantas produtoras de cimento. Juntas, são responsáveis pela produção de 156 milhões de toneladas/ano, o equivalente a 5,3% da produção mundial, excluindo a China. Participam da Ficem a ABCP e o SNIC, sendo este último o sócio oficial e co-mantenedor.

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Cimento de qualidade e ambientalmente amigável

Cimento de qualidade e ambientalmente amigável

A indústria brasileira de cimento é reconhecida internacionalmente por seu excelente desempenho energético e ambiental e pela reduzida emissão de gases de efeito estufa, principalmente quando comparada a países como Estados Unidos, União Européia e Japão. Essa posição é fruto de um grande esforço das indústrias que realizam, há anos, ações para reduzir emissões, contribuindo no combate às mudanças climáticas.

Somente em 2010, a indústria brasileira de cimento, com apoio técnico da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), destruiu em seus fornos cerca de 900 mil toneladas de resíduos, por meio da tecnologia do coprocessamento. Desse total, 77% dos resíduos tinham poder calorífico e foram aproveitados como combustível alternativo e 23% como substituto de matéria-prima do cimento.

“Estima-se que a indústria tenha um limite de capacidade potencial para coprocessar 2,5 milhões de toneladas de resíduos. Para isso, o Brasil precisa ampliar essa experiência, pois o coprocessamento também é indicado para grandes e médias cidades que possuem separação e tratamento adequado de lixo”, salienta o geólogo Yushiro Kihara, gerente de tecnologia da ABCP e professor doutor da Universidade de São Paulo (USP).

Além de lixo urbano, produtos de alto poder calorífico podem substituir parcialmente o combustível que alimenta os fornos de cimento. Entre eles: solventes, resíduos oleosos, óleos usados, graxas, pneus, resíduos plásticos e de fábrica de papel, ossos de animais, grãos de validade vencida, casca de arroz, bagaço de cana-de-açúcar, entre outros.

“Vale lembrar que o coprocessamento é regulamentado pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e está contemplado no texto da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) como alternativa ambientalmente adequada de gestão de resíduos”, ressalta Yushiro.

A lei determina que os resíduos não podem ser tratados como rejeitos até que se esgotem todas as possibilidades de reaproveitamento.

Mudanças Climáticas

Somando esforços ao Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), a ABCP tem se dedicado ao tema, contribuindo com os governos federal e paulista no preparo do Inventário Nacional e Estadual de Emissões do setor para a formulação de diretrizes e metas para a indústria nacional sobre a redução dos gases de efeito estufa.

De acordo com o 2º Inventário Brasileiro de Emissões de Gases de Efeito Estufa, recentemente divulgado pelo Governo, a participação do setor de cimento é de apenas 1,4% da emisssão total de CO2 no Brasil, valor muito abaixo da média do setor de cimento.

O levantamento dos dados conforme gráfico 2 foi realizado pelo conselho mundial de Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) em 900 fábricas de cimento, onde o estudo mostra o Brasil como benchmark mundial no que se refere a emissões de CO2 por tonelada de cimento das indústrias de cimento. O levantamento compreende os seguintes anos: 1990, 2000, 2005, 2006, 2007 e 2008. Os resultados mostram:

a) Decréscimo nas emissões de CO2 por tonelada de cimento, de 1990 a 2008 na maioria dos países envolvidos, com exceção da CIS – Comunidade dos Estados Independentes (ex-URSS)

b) O Brasil, em 2008, apresenta a menor taxa de emissão de CO2 por tonelada de cimento (560 kg de CO2 por tonelada de cimento)

c) As maiores taxas de emissões de CO2 apresentadas em 2008 referem-se à CIS (774 kg CO2/t cimento ) e à América do Norte (755 kg CO2/t cimento )

Gráfico 1 – Emissão total de CO2 no Brasil (fonte: Governo Brasileiro)

Gráfico 2 – Emissões de CO2 do cimento apresentado através do CSI-Cement Sustainability Iniciative no WBCSD – World Business Council for Sustainable Development


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Estamos ajudando a limpar o planeta

Estamos ajudando a limpar o planeta

Além dos benefícios econômicos e sociais gerados pelos diversos produtos derivados, o cimento também contribui, em seu processo produtivo, para retirar resíduos do meio ambiente. A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para a eliminação de resíduos industriais. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Para saber mais sobre a contribuição da indústria do cimento para a sustentabilidade, acesse também o folder:

Sistemas construtivos à base de cimento.

Uma contribuição efetiva para Sustentabilidade da construção civil 2009 (PDF – 2,8 Mb)

Conheça o Guia de Sustentabilidade da Construção – Fiemg / 2008

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Coprocessamento: saiba mais sobre esta solução

Coprocessamento: saiba mais sobre esta solução

A geração de resíduos representa um dos maiores desafios para as sociedades contemporâneas. O crescimento populacional e o constante desenvolvimento das indústrias obrigam a busca de soluções para o manejo adequado dos resíduos. O cimento Portland sempre esteve ligado ao desenvolvimento da sociedade em todos os aspectos. Afinal, com ele é possível construir desde simples casas até complexos pólos industriais. Por outro lado, ele é fruto de uma atividade industrial que também gera impactos ambientais e que exige da indústria uma postura pró-ativa com relação à sustentabilidade do planeta.

A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para destinação final de resíduos. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, o coprocessamento é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

A destruição de resíduos e de passivos ambientais em fornos de cimento é empregada na Europa, Estados Unidos e Japão há quase 40 anos.

No Brasil, a tecnologia vem sendo adotada com sucesso na cidade de Cantagalo-RJ.

Este vídeo mostra a destruição de resíduos domésticos por coprocessamento em fornos de cimento.
Fonte: Globo Ecologia – 11/07/2009

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Ministério do Meio Ambiente visita Cantagalo

Ministério do Meio Ambiente visita Cantagalo

No último dia 17 de fevereiro, a ABCP promoveu visita do secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, ao polo cimenteiro de Cantagalo, onde ele pode conhecer mais sobre a queima de resíduos em fornos de cimento, principalmente dos resíduos urbanos tratados.

A agenda do secretário incluiu uma reunião com o prefeito de Cantagalo, Guga de Paula, a visita à usina de reciclagem do município e à fábrica de cimento  da Lafarge.

Para Bonduki, a oportunidade de conhecer mais sobre a tecnologia do coprocessamento será útil para definir os próximos passos e alimentar o debate sobre a política de resíduos sólidos. “A visita à planta da indústria de cimento foi importante para subsidiar a discussão no âmbito do grupo técnico instituído para elaboração das diretrizes para recuperação energética dos resíduos sólidos urbanos”, afirmou Nabil Bonduki.

Na visita à Usina de Reciclagem de Cantagalo, Nabil observou que mesmo usinas de pequeno porte podem realizar o trabalho de separação de resíduos urbanos, o que não limita a tecnologia do coprocessamento a grandes centros urbanos.

A visita foi acompanhada pelo diretor do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa, e do gerente de Relações Institucionais da ABCP, Mario William Esper.

Foto: Da esq. para a dir., Mario William Esper (ABCP), Silvano Silvério da Costa (Ministério do Meio Ambiente), Nabil Bonduki (secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano) e Guga de Paula (prefeito de Cantagalo)

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Cimenteiras adotam o coprocessamento

Diário do Comércio – BH
13/07/2011

A indústria brasileira de cimento é reconhecida internacionalmente por seu excelente desempenho energético e ambiental e pela reduzida emissão de gases de efeito estufa, principalmente quando comparada a países como Estados Unidos e Japão. Essa Posição é fruto de um grande esforço das indústrias que realizam, há anos, ações para reduzir emissões, contribuindo no combate  às mudanças climáticas.

Leia a notícia na íntegra.

DIÁRIO-DO-COMERCIO-13.07

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