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Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate

Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate

 

A ABCP, em parceria com a Embaixada da Suécia, promoveu no dia 29 de novembro o seminário “Coprocessamento de Resíduos Sólidos Urbanos e Tecnologias mais Limpas”, evento que contou com a presença do dr. Kåre Helge Karstensen, diretor científico da Fundação de Ciência e Pesquisa Aplicada (Sintef), maior organização de pesquisa da Escandinávia, que tratou do coprocessamento sob a perspectiva da segurança ambiental e da saúde pública. Em sua palestra, o cientista abordou experiências internacionais e melhores práticas do coprocessamento de material orgânico.

 

O evento contou com as seguintes palestras:

  • Coprocessamento de Material Orgânico  – Experiências Internacionais e Melhores Práticas – Kåre Helge Karstensen
  • Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos – Ministério do Meio Ambiente – Ronaldo Hipólito Soares
  • Segurança e Confiabilidade Técnicas de Abatimento de Emissões de NOx
  • Tecnologias Modernas para Medição Contínua de Emissões – Carlos Tumang – Opsis
  • Tecnologias de Prevenção de Incêndios no Coprocessamento da Indústria Cimenteira – Raul Moreno – Firefly

 

Acesse aqui os arquivos das palestras.

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Brasil sedia o 27º Congresso Técnico FICEM-APCAC

Brasil sedia o 27º Congresso Técnico FICEM-APCAC

De 5 a 8 de setembro de 2011, São Paulo foi sede de debates e apresentações sobre fabricação de cimento, durante o 27º Congresso Técnico FICEM-APCAC, realizado pela Federación Interamericana del Cemento, com o apoio da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento). O evento reuniu 324 profissionais de cerca de 25 países, número nunca antes alcançado, sendo a primeira vez que este congresso deixa a região do Caribe e é realizado num país da América Latina.

O congresso contou também com uma área de exposição com 50 fornecedores de serviços e equipamentos de última tecnologia.

O evento promoveu o intercâmbio de experiências e iniciativas em prol do desenvolvimento sustentável da indústria cimenteira, destacando sua efetiva contribuição para com o ambiente. Para isso foram realizadas 37 palestras distribuídas entre produtores de cimento e fornecedores da indústria e 2 visitas técnicas, uma delas à sede da ABCP, para conhecer os laboratórios e instalações da Associação.

Há muito a indústria cimenteira do Brasil não contava com um evento sobre processo de fabricação dessa magnitude e os participantes saíram satisfeitos e impressionados, sobretudo com a visita aos laboratórios da ABCP, e com as apresentações sobre coprocessamento e mudanças climáticas feitas durante a visita.

O reconhecimento à ABCP também aconteceu nas palestras realizadas no Congresso. O responsável pelos Laboratórios da Associação, geólogo Arnaldo Battagin, ministrou a palestra “Inovações de Cimentos Portland e Novos Ligantes”, eleita entre os participantes como a melhor palestra do evento.

Sobre a Ficem

Apoiado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e pelo Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento (SNIC), o evento é organizado pela Federación Interamericana del Cemento (FICEM), reúne e representa as maiores empresas e institutos de cimento de 25 países da América Latina, além de Portugal e Espanha, englobando 42 grupos cimenteiros, 75 companhias produtoras de cimento e 221 plantas produtoras de cimento. Juntas, são responsáveis pela produção de 156 milhões de toneladas/ano, o equivalente a 5,3% da produção mundial, excluindo a China. Participam da Ficem a ABCP e o SNIC, sendo este último o sócio oficial e co-mantenedor.

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Cimento de qualidade e ambientalmente amigável

Cimento de qualidade e ambientalmente amigável

A indústria brasileira de cimento é reconhecida internacionalmente por seu excelente desempenho energético e ambiental e pela reduzida emissão de gases de efeito estufa, principalmente quando comparada a países como Estados Unidos, União Européia e Japão. Essa posição é fruto de um grande esforço das indústrias que realizam, há anos, ações para reduzir emissões, contribuindo no combate às mudanças climáticas.

Somente em 2010, a indústria brasileira de cimento, com apoio técnico da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), destruiu em seus fornos cerca de 900 mil toneladas de resíduos, por meio da tecnologia do coprocessamento. Desse total, 77% dos resíduos tinham poder calorífico e foram aproveitados como combustível alternativo e 23% como substituto de matéria-prima do cimento.

“Estima-se que a indústria tenha um limite de capacidade potencial para coprocessar 2,5 milhões de toneladas de resíduos. Para isso, o Brasil precisa ampliar essa experiência, pois o coprocessamento também é indicado para grandes e médias cidades que possuem separação e tratamento adequado de lixo”, salienta o geólogo Yushiro Kihara, gerente de tecnologia da ABCP e professor doutor da Universidade de São Paulo (USP).

Além de lixo urbano, produtos de alto poder calorífico podem substituir parcialmente o combustível que alimenta os fornos de cimento. Entre eles: solventes, resíduos oleosos, óleos usados, graxas, pneus, resíduos plásticos e de fábrica de papel, ossos de animais, grãos de validade vencida, casca de arroz, bagaço de cana-de-açúcar, entre outros.

“Vale lembrar que o coprocessamento é regulamentado pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e está contemplado no texto da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) como alternativa ambientalmente adequada de gestão de resíduos”, ressalta Yushiro.

A lei determina que os resíduos não podem ser tratados como rejeitos até que se esgotem todas as possibilidades de reaproveitamento.

Mudanças Climáticas

Somando esforços ao Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), a ABCP tem se dedicado ao tema, contribuindo com os governos federal e paulista no preparo do Inventário Nacional e Estadual de Emissões do setor para a formulação de diretrizes e metas para a indústria nacional sobre a redução dos gases de efeito estufa.

De acordo com o 2º Inventário Brasileiro de Emissões de Gases de Efeito Estufa, recentemente divulgado pelo Governo, a participação do setor de cimento é de apenas 1,4% da emisssão total de CO2 no Brasil, valor muito abaixo da média do setor de cimento.

O levantamento dos dados conforme gráfico 2 foi realizado pelo conselho mundial de Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) em 900 fábricas de cimento, onde o estudo mostra o Brasil como benchmark mundial no que se refere a emissões de CO2 por tonelada de cimento das indústrias de cimento. O levantamento compreende os seguintes anos: 1990, 2000, 2005, 2006, 2007 e 2008. Os resultados mostram:

a) Decréscimo nas emissões de CO2 por tonelada de cimento, de 1990 a 2008 na maioria dos países envolvidos, com exceção da CIS – Comunidade dos Estados Independentes (ex-URSS)

b) O Brasil, em 2008, apresenta a menor taxa de emissão de CO2 por tonelada de cimento (560 kg de CO2 por tonelada de cimento)

c) As maiores taxas de emissões de CO2 apresentadas em 2008 referem-se à CIS (774 kg CO2/t cimento ) e à América do Norte (755 kg CO2/t cimento )

Gráfico 1 – Emissão total de CO2 no Brasil (fonte: Governo Brasileiro)

Gráfico 2 – Emissões de CO2 do cimento apresentado através do CSI-Cement Sustainability Iniciative no WBCSD – World Business Council for Sustainable Development


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Estamos ajudando a limpar o planeta

Estamos ajudando a limpar o planeta

Além dos benefícios econômicos e sociais gerados pelos diversos produtos derivados, o cimento também contribui, em seu processo produtivo, para retirar resíduos do meio ambiente. A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para a eliminação de resíduos industriais. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Para saber mais sobre a contribuição da indústria do cimento para a sustentabilidade, acesse também o folder:

Sistemas construtivos à base de cimento.

Uma contribuição efetiva para Sustentabilidade da construção civil 2009 (PDF – 2,8 Mb)

Conheça o Guia de Sustentabilidade da Construção – Fiemg / 2008

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Coprocessamento: saiba mais sobre esta solução

Coprocessamento: saiba mais sobre esta solução

A geração de resíduos representa um dos maiores desafios para as sociedades contemporâneas. O crescimento populacional e o constante desenvolvimento das indústrias obrigam a busca de soluções para o manejo adequado dos resíduos. O cimento Portland sempre esteve ligado ao desenvolvimento da sociedade em todos os aspectos. Afinal, com ele é possível construir desde simples casas até complexos pólos industriais. Por outro lado, ele é fruto de uma atividade industrial que também gera impactos ambientais e que exige da indústria uma postura pró-ativa com relação à sustentabilidade do planeta.

A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para destinação final de resíduos. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, o coprocessamento é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

A destruição de resíduos e de passivos ambientais em fornos de cimento é empregada na Europa, Estados Unidos e Japão há quase 40 anos.

No Brasil, a tecnologia vem sendo adotada com sucesso na cidade de Cantagalo-RJ.

Este vídeo mostra a destruição de resíduos domésticos por coprocessamento em fornos de cimento.
Fonte: Globo Ecologia – 11/07/2009

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Ministério do Meio Ambiente visita Cantagalo

Ministério do Meio Ambiente visita Cantagalo

No último dia 17 de fevereiro, a ABCP promoveu visita do secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, ao polo cimenteiro de Cantagalo, onde ele pode conhecer mais sobre a queima de resíduos em fornos de cimento, principalmente dos resíduos urbanos tratados.

A agenda do secretário incluiu uma reunião com o prefeito de Cantagalo, Guga de Paula, a visita à usina de reciclagem do município e à fábrica de cimento  da Lafarge.

Para Bonduki, a oportunidade de conhecer mais sobre a tecnologia do coprocessamento será útil para definir os próximos passos e alimentar o debate sobre a política de resíduos sólidos. “A visita à planta da indústria de cimento foi importante para subsidiar a discussão no âmbito do grupo técnico instituído para elaboração das diretrizes para recuperação energética dos resíduos sólidos urbanos”, afirmou Nabil Bonduki.

Na visita à Usina de Reciclagem de Cantagalo, Nabil observou que mesmo usinas de pequeno porte podem realizar o trabalho de separação de resíduos urbanos, o que não limita a tecnologia do coprocessamento a grandes centros urbanos.

A visita foi acompanhada pelo diretor do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa, e do gerente de Relações Institucionais da ABCP, Mario William Esper.

Foto: Da esq. para a dir., Mario William Esper (ABCP), Silvano Silvério da Costa (Ministério do Meio Ambiente), Nabil Bonduki (secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano) e Guga de Paula (prefeito de Cantagalo)

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Cimenteiras adotam o coprocessamento

Diário do Comércio – BH
13/07/2011

A indústria brasileira de cimento é reconhecida internacionalmente por seu excelente desempenho energético e ambiental e pela reduzida emissão de gases de efeito estufa, principalmente quando comparada a países como Estados Unidos e Japão. Essa Posição é fruto de um grande esforço das indústrias que realizam, há anos, ações para reduzir emissões, contribuindo no combate  às mudanças climáticas.

Leia a notícia na íntegra.

DIÁRIO-DO-COMERCIO-13.07

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