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Em vez de aterros, “lixo industrial” vira combustível para fabricação do cimento


De acordo com o diretor de Tecnologia da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Yushiro Kihara, em 2015, a indústria de cimento do Brasil destruiu em seus fornos (coprocessou) cerca de 1,5 milhão de toneladas de resíduos, representando uma substituição de 13,4% da matriz de combustíveis do setor. Contudo, a indústria cimenteira brasileira possui, atualmente, aproximadamente o dobro do potencial de destruição de resíduos.

Pneus

Entre os resíduos destruídos, a indústria do cimento do Brasil coprocessou mais de 301 mil toneladas de pneus. Esse número equivale a cerca de 60.270 mil pneus automotivos inservíveis destruídos. Se enfileirados, essa quantidade de pneus daria para dar uma volta ao mundo com folga.

O coprocessamento é a tecnologia em que o mesmo forno que é usado para fazer cimento é também utilizado para destruir resíduos e material inservível. Neste processo, os resíduos industriais e os pneus são usados como combustíveis da chama dos fornos e também substituto de matéria prima (componentes do calcário e da argila e minério de ferro).

Esse processo é totalmente controlado por agências ambientais e não altera a qualidade do cimento. Ao contrário, é uma tecnologia consagrada mundialmente e uma das responsáveis para que a indústria cimenteira brasileira seja considerada hoje uma das mais ecoeficientes do mundo, de acordo com o WBCSD – CSI. Essa é uma alternativa significativa para a destruição segura de resíduos causadores de passivos ambientai e doenças. O coprocessamento também contribui para mitigação das emissões de CO2.

Este foi um dos temas abordados durante o 7º Congresso Brasileiro do Cimento, que aconteceu nos dias 20, 21 e 22 de junho de 2016, em São Paulo.

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Panorama do Coprocessamento. Brasil 2016


O Panorama do Coprocessamento no Brasil (2016), publicado pela ABCP, reflete a abrangência da atividade de coprocessamento no país, a distribuição participativa dos tipos de resíduos coprocessados, a redução do impacto ambiental que essa solução gera e os os volumes coprocessados pela indústria do cimento em 2015.

Nos links abaixo, é possível acessar gratuitamente o conteúdo da publicação:

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Veja também a edição 2015 do relatório:

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Coprocessamento é alternativa para descarte correto dos resíduos industriais em Mato Grosso


Da Redação da Folhamax*

 

Para apresentar e discutir alternativas sustentáveis para destinação correta dos resíduos industriais, a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) e a Votorantim Cimentos promovem o Ciclo de Palestras ‘Resíduos Sólidos: O que fazer?’. O evento, direcionado para empresários industriais associados aos Sindicatos Patronais, será gratuito e acontece dia 03 de junho, às 18h30, no auditório do Sistema Fiemt, em Cuiabá.

Ambientalmente, o coprocessamento é a alternativa que apresenta melhor custo/benefício, sendo utilizada em diversos países como o Canadá, Alemanha, Japão, Estados Unidos e Bélgica, e usada no Brasil desde o início da década de 90. Entre as principais vantagens estão: a eliminação definitiva de resíduos industriais e passivos ambientais; fonte alternativa de energia; preservação de recursos energéticos não renováveis pela substituição do combustível convencional; preservação de jazidas; contribuição à saúde pública e geração de novos empregos.

No Brasil, a atividade de coprocessamento na indústria cimenteira é regulamentada por lei (Resolução CONAMA Nº 264) e recebe resíduos líquidos, pastosos, sólidos, energéticos, materiais contaminados, triturados e outros como serragem de madeira, óleos usados, resíduos de áreas impactadas (solo e areia contaminados), resíduos orgânicos, borras de tintas, pneus e solventes de indústrias químicas são exemplos de rejeitos que são aproveitados.

“Pretendemos reforçar com os empresários a responsabilidade que cada um tem com a gestão adequada dos resíduos, além de apresentar alternativas para que o descarte seja efetuado de forma correta. Ao ter esse cuidado o empresário evita transtornos futuros e, principalmente, contribui com o desenvolvimento sustentável”, disse o presidente do Sistema Fiemt, Jandir Milan.

O coordenador comercial de coprocessamento da Votorantim, Edson Rodriguez, vai ministrar a palestra ‘Destinação de resíduos sólidos industriais via a tecnologia de Coprocessamento, uma solução ao problema atual’. A especialista em direito agroambiental, Alessandra Panizi, vai abordar a ‘Responsabilidades na Gestão de Resíduos’. E a assessora técnica da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema), Solange Cruz, vai explicar a ‘Política Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos’. Após as apresentações será realizado um debate com os participantes. Os interessados podem se inscrever pelo formulário online. Mais informações pelo telefone (65) 3611-1679 ou pelo e-mail cointec@fiemt.com.br

 

Palestrantes

Edson Rodriguez atua há mais de 20 anos nas áreas comercial e operações, em segmentos produtivos e de serviços. Possui participação em planejamento e implantação de projetos de instalações para tratamento de resíduos e desenvolvimento de novos negócios relacionados à área ambiental. Já foi presidente da Câmara de Resíduos Sólidos da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB) e presidente do Instituto de Desenvolvimento de Estudo Logístico, Transporte e Meio Ambiente (IDELT).

Alessandra Panizi atua exclusivamente com Direito Ambiental. Ela é membro do Conselho Nacional de Recursos Hídricos e do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Cehidro) e membro da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados de Mato Grosso (OAB-MT). Ela foi membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e do Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA), e foi diretora de Recursos Hídricos da Fundação Estadual de Meio Ambiente. É docente em curso de graduação e de pós-graduação em universidades no Estado. Atualmente, é assessora ambiental da Fiemt.

Solange Cruz é analista de tecnologia ambiental da Sema, onde atua nas Superintendência de Educação Ambiental e de Indústria, Mineração, Infraestrutura e Serviços, e nas Coordenadorias de Mineração e de Gestão de Resíduos Sólidos. Mestre em Ecologia e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Federal de Mato Grosso, está desenvolvendo o projeto ‘Regionalização da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Elaboração do Plano Estadual de Resíduos Sólidos’, além do ‘Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana, Cuiabá-MT com coleta seletiva’. Solange é docente em cursos de graduação e de pós-graduação em universidades de Mato Grosso.

 

 

*Fonte: Extraído de http://folhamax.com.br/cidades/coprocessamento-e-alternativa-para-descarte-correto-dos-residuos-industriais-em-mato-grosso/10477 in 28 de maio de 2014

 

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Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate


 

A ABCP, em parceria com a Embaixada da Suécia, promoveu no dia 29 de novembro o seminário “Coprocessamento de Resíduos Sólidos Urbanos e Tecnologias mais Limpas”, evento que contou com a presença do dr. Kåre Helge Karstensen, diretor científico da Fundação de Ciência e Pesquisa Aplicada (Sintef), maior organização de pesquisa da Escandinávia, que tratou do coprocessamento sob a perspectiva da segurança ambiental e da saúde pública. Em sua palestra, o cientista abordou experiências internacionais e melhores práticas do coprocessamento de material orgânico.

 

O evento contou com as seguintes palestras:

  • Coprocessamento de Material Orgânico  – Experiências Internacionais e Melhores Práticas – Kåre Helge Karstensen
  • Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos – Ministério do Meio Ambiente – Ronaldo Hipólito Soares
  • Segurança e Confiabilidade Técnicas de Abatimento de Emissões de NOx
  • Tecnologias Modernas para Medição Contínua de Emissões – Carlos Tumang – Opsis
  • Tecnologias de Prevenção de Incêndios no Coprocessamento da Indústria Cimenteira – Raul Moreno – Firefly

 

Acesse aqui os arquivos das palestras.

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Brasil eliminou 85% dos pneus inservíveis em 2011


Reportagem do NBR Notícias (19/09/12) mostra que a destinação adequada de 85% dos pneus inservíveis resultou no cumprimento da meta de 2011.

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Globo Educação destaca o caso de Cantagalo


Globo Educação destaca o caso de Cantagalo, na região serrana do Rio de Janeiro, onde os resíduos são coletados, separados e coprocessados

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Vantagens do coprocessamento


Coprodução ABCP e SNIC, apresentada pelo jornalista William Waack, explica a importância e as vantagens do coprocessamento para o meio ambiente. >> Assista

 

 

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Cimento de qualidade e ambientalmente amigável


A indústria brasileira de cimento é reconhecida internacionalmente por seu excelente desempenho energético e ambiental e pela reduzida emissão de gases de efeito estufa, principalmente quando comparada a países como Estados Unidos, União Européia e Japão. Essa posição é fruto de um grande esforço das indústrias que realizam, há anos, ações para reduzir emissões, contribuindo no combate às mudanças climáticas.

Somente em 2010, a indústria brasileira de cimento, com apoio técnico da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), destruiu em seus fornos cerca de 900 mil toneladas de resíduos, por meio da tecnologia do coprocessamento. Desse total, 77% dos resíduos tinham poder calorífico e foram aproveitados como combustível alternativo e 23% como substituto de matéria-prima do cimento.

“Estima-se que a indústria tenha um limite de capacidade potencial para coprocessar 2,5 milhões de toneladas de resíduos. Para isso, o Brasil precisa ampliar essa experiência, pois o coprocessamento também é indicado para grandes e médias cidades que possuem separação e tratamento adequado de lixo”, salienta o geólogo Yushiro Kihara, gerente de tecnologia da ABCP e professor doutor da Universidade de São Paulo (USP).

Além de lixo urbano, produtos de alto poder calorífico podem substituir parcialmente o combustível que alimenta os fornos de cimento. Entre eles: solventes, resíduos oleosos, óleos usados, graxas, pneus, resíduos plásticos e de fábrica de papel, ossos de animais, grãos de validade vencida, casca de arroz, bagaço de cana-de-açúcar, entre outros.

“Vale lembrar que o coprocessamento é regulamentado pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e está contemplado no texto da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) como alternativa ambientalmente adequada de gestão de resíduos”, ressalta Yushiro.

A lei determina que os resíduos não podem ser tratados como rejeitos até que se esgotem todas as possibilidades de reaproveitamento.

Mudanças Climáticas

Somando esforços ao Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), a ABCP tem se dedicado ao tema, contribuindo com os governos federal e paulista no preparo do Inventário Nacional e Estadual de Emissões do setor para a formulação de diretrizes e metas para a indústria nacional sobre a redução dos gases de efeito estufa.

De acordo com o 2º Inventário Brasileiro de Emissões de Gases de Efeito Estufa, recentemente divulgado pelo Governo, a participação do setor de cimento é de apenas 1,4% da emisssão total de CO2 no Brasil, valor muito abaixo da média do setor de cimento.

O levantamento dos dados conforme gráfico 2 foi realizado pelo conselho mundial de Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) em 900 fábricas de cimento, onde o estudo mostra o Brasil como benchmark mundial no que se refere a emissões de CO2 por tonelada de cimento das indústrias de cimento. O levantamento compreende os seguintes anos: 1990, 2000, 2005, 2006, 2007 e 2008. Os resultados mostram:

a) Decréscimo nas emissões de CO2 por tonelada de cimento, de 1990 a 2008 na maioria dos países envolvidos, com exceção da CIS – Comunidade dos Estados Independentes (ex-URSS)

b) O Brasil, em 2008, apresenta a menor taxa de emissão de CO2 por tonelada de cimento (560 kg de CO2 por tonelada de cimento)

c) As maiores taxas de emissões de CO2 apresentadas em 2008 referem-se à CIS (774 kg CO2/t cimento ) e à América do Norte (755 kg CO2/t cimento )

Gráfico 1 – Emissão total de CO2 no Brasil (fonte: Governo Brasileiro)

Gráfico 2 – Emissões de CO2 do cimento apresentado através do CSI-Cement Sustainability Iniciative no WBCSD – World Business Council for Sustainable Development


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Estamos ajudando a limpar o planeta


Além dos benefícios econômicos e sociais gerados pelos diversos produtos derivados, o cimento também contribui, em seu processo produtivo, para retirar resíduos do meio ambiente. A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para a eliminação de resíduos industriais. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

Para saber mais sobre a contribuição da indústria do cimento para a sustentabilidade, acesse também o folder:

Sistemas construtivos à base de cimento.

Uma contribuição efetiva para Sustentabilidade da construção civil 2009 (PDF – 2,8 Mb)

Conheça o Guia de Sustentabilidade da Construção – Fiemg / 2008

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Coprocessamento: saiba mais sobre esta solução


A geração de resíduos representa um dos maiores desafios para as sociedades contemporâneas. O crescimento populacional e o constante desenvolvimento das indústrias obrigam a busca de soluções para o manejo adequado dos resíduos. O cimento Portland sempre esteve ligado ao desenvolvimento da sociedade em todos os aspectos. Afinal, com ele é possível construir desde simples casas até complexos pólos industriais. Por outro lado, ele é fruto de uma atividade industrial que também gera impactos ambientais e que exige da indústria uma postura pró-ativa com relação à sustentabilidade do planeta.

A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para destinação final de resíduos. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, o coprocessamento é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

A destruição de resíduos e de passivos ambientais em fornos de cimento é empregada na Europa, Estados Unidos e Japão há quase 40 anos.

No Brasil, a tecnologia vem sendo adotada com sucesso na cidade de Cantagalo-RJ.

Este vídeo mostra a destruição de resíduos domésticos por coprocessamento em fornos de cimento.
Fonte: Globo Ecologia – 11/07/2009

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