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ABCP no 11º CSI Forum

Da esquerda para a direita: Paulo Camillo Penna (presidente do SNIC e da ABCP); Lívia Ballot de Miranda (Votorantim); Álvaro Lorenz (Votorantim); Marcelo Pecchio (ABCP) e Gonzalo Visedo (SNIC)

A ABCP participou, entre os dias 25 e 27 de setembro de 2017, do 11º Forum da Cement Sustainability Initiative (CSI), realizado em Nova Delhi, Índia. Nessa reunião foram debatidos os 17 Objetivos de Sustentabilidade (Sustainability Development Goals – SDGs) definidos pela Organização das Nações Unidas para o ano de 2030 e o papel da indústria de cimento.

O objetivo dessas discussões é articular uma visão comum e mapear o nível de impacto no setor, e também elencar as possíveis contribuições da indústria de cimento para a realização dos SDGs. Nesta oportunidade também se realizou a reunião dos parceiros de comunicação da CSI, na qual além das questões do posicionamento da indústria frente aos SDGs foram discutidas e atualizadas as informações relativas aos roadmaps do Brasil, da Ficem e da nova versão do roadmap global, que está em fase final de elaboração.

 

 

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Em vez de aterros, “lixo industrial” vira combustível para fabricação do cimento

De acordo com o diretor de Tecnologia da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Yushiro Kihara, em 2015, a indústria de cimento do Brasil destruiu em seus fornos (coprocessou) cerca de 1,5 milhão de toneladas de resíduos, representando uma substituição de 13,4% da matriz de combustíveis do setor. Contudo, a indústria cimenteira brasileira possui, atualmente, aproximadamente o dobro do potencial de destruição de resíduos.

Pneus

Entre os resíduos destruídos, a indústria do cimento do Brasil coprocessou mais de 301 mil toneladas de pneus. Esse número equivale a cerca de 60.270 mil pneus automotivos inservíveis destruídos. Se enfileirados, essa quantidade de pneus daria para dar uma volta ao mundo com folga.

O coprocessamento é a tecnologia em que o mesmo forno que é usado para fazer cimento é também utilizado para destruir resíduos e material inservível. Neste processo, os resíduos industriais e os pneus são usados como combustíveis da chama dos fornos e também substituto de matéria prima (componentes do calcário e da argila e minério de ferro).

Esse processo é totalmente controlado por agências ambientais e não altera a qualidade do cimento. Ao contrário, é uma tecnologia consagrada mundialmente e uma das responsáveis para que a indústria cimenteira brasileira seja considerada hoje uma das mais ecoeficientes do mundo, de acordo com o WBCSD – CSI. Essa é uma alternativa significativa para a destruição segura de resíduos causadores de passivos ambientai e doenças. O coprocessamento também contribui para mitigação das emissões de CO2.

Este foi um dos temas abordados durante o 7º Congresso Brasileiro do Cimento, que aconteceu nos dias 20, 21 e 22 de junho de 2016, em São Paulo.

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Panorama do Coprocessamento. Brasil 2017

Panorama do Coprocessamento. Brasil 2017

 

 

O Panorama do Coprocessamento no Brasil (2017), publicado pela ABCP, reflete a abrangência da atividade de coprocessamento no país, a distribuição participativa dos tipos de resíduos coprocessados, a redução do impacto ambiental que essa solução gera e os os volumes coprocessados pela indústria do cimento em 2016.

Nos links abaixo, é possível acessar gratuitamente o conteúdo da publicação:

  • Ebook Panorama do Coprocessamento. Brasil 2017 (e-book)
  • Panorama do Coprocessamento. Brasil 2017 (arquivo PDF 6 Mb)

Veja também as edições 2015 e 2016 do relatório:

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Laboratório de meio ambiente: serviços de amostragem e análises

Laboratório de meio ambiente: serviços de amostragem e análises

 

Conte com a ABCP para coletar, analisar e monitorar emissões industriais. Peça um orçamento.

 

A ABCP é acreditada pelo INMETRO para a realização de amostragem de emissões atmosféricas e respectivas análises.

 

Para a concessão ou renovação do licenciamento de atividades industriais, como a de coprocessamento, as regulamentações estaduais e federais estabelecem limites máximos de emissão de poluentes na atmosfera, além de exigirem o monitoramento periódico dessas emissões.

A avaliação das emissões, feita com base em normas nacionais e internacionais e posterior análise em laboratório especializado, é realizada pela amostragem dos gases liberados na chaminé.

Decretos estaduais recentes têm exigido que as coletas e análises sejam realizadas por laboratórios devidamente acreditados pelo INMETRO segundo a Norma NBR ISO/IEC 17025 (Requisitos Gerais para a Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração).

Com corpo técnico especializado e laboratório bem equipado, a ABCP está preparada para atender à demanda da indústria e está acreditada pelo INMETRO para a realização de amostragem de emissões atmosféricas e respectivas análises.

A ABCP realiza ainda ensaios de caracterização dos resíduos para fins de coprocessamento, avaliação ambiental do clínquer e cimento coprocessados, entre outros, todos também com acreditação INMETRO.

Conheça os ensaios que a ABCP está apta a realizar:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate

Coprocessamento e tecnologias mais limpas em debate

 

A ABCP, em parceria com a Embaixada da Suécia, promoveu no dia 29 de novembro o seminário “Coprocessamento de Resíduos Sólidos Urbanos e Tecnologias mais Limpas”, evento que contou com a presença do dr. Kåre Helge Karstensen, diretor científico da Fundação de Ciência e Pesquisa Aplicada (Sintef), maior organização de pesquisa da Escandinávia, que tratou do coprocessamento sob a perspectiva da segurança ambiental e da saúde pública. Em sua palestra, o cientista abordou experiências internacionais e melhores práticas do coprocessamento de material orgânico.

 

O evento contou com as seguintes palestras:

  • Coprocessamento de Material Orgânico  – Experiências Internacionais e Melhores Práticas – Kåre Helge Karstensen
  • Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos – Ministério do Meio Ambiente – Ronaldo Hipólito Soares
  • Segurança e Confiabilidade Técnicas de Abatimento de Emissões de NOx
  • Tecnologias Modernas para Medição Contínua de Emissões – Carlos Tumang – Opsis
  • Tecnologias de Prevenção de Incêndios no Coprocessamento da Indústria Cimenteira – Raul Moreno – Firefly

 

Acesse aqui os arquivos das palestras.

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Destinação adequada a pneus inservíveis

Destinação adequada a pneus inservíveis

A indústria do cimento coprocessou 45 milhões de pneus em 2011, o equivalente a 36 mil km. Enfileirados, os pneus podem cobrir a distância entre o Rio de Janeiro e Pequim, ida e volta.

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