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Coprocessamento: saiba mais sobre esta solução


A geração de resíduos representa um dos maiores desafios para as sociedades contemporâneas. O crescimento populacional e o constante desenvolvimento das indústrias obrigam a busca de soluções para o manejo adequado dos resíduos. O cimento Portland sempre esteve ligado ao desenvolvimento da sociedade em todos os aspectos. Afinal, com ele é possível construir desde simples casas até complexos pólos industriais. Por outro lado, ele é fruto de uma atividade industrial que também gera impactos ambientais e que exige da indústria uma postura pró-ativa com relação à sustentabilidade do planeta.

A indústria do cimento coloca seus fornos à disposição de outros setores para destinação final de resíduos. Essa alternativa de destruição de resíduos, considerada uma das mais eficientes, é denominada coprocessamento. Além dos benefícios ao meio ambiente, o coprocessamento é uma atividade que gera empregos diretos e indiretos e é regulamentada, em nível nacional, pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).

A destruição de resíduos e de passivos ambientais em fornos de cimento é empregada na Europa, Estados Unidos e Japão há quase 40 anos.

No Brasil, a tecnologia vem sendo adotada com sucesso na cidade de Cantagalo-RJ.

Este vídeo mostra a destruição de resíduos domésticos por coprocessamento em fornos de cimento.
Fonte: Globo Ecologia – 11/07/2009

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Ministério do Meio Ambiente visita Cantagalo


No último dia 17 de fevereiro, a ABCP promoveu visita do secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, ao polo cimenteiro de Cantagalo, onde ele pode conhecer mais sobre a queima de resíduos em fornos de cimento, principalmente dos resíduos urbanos tratados.

A agenda do secretário incluiu uma reunião com o prefeito de Cantagalo, Guga de Paula, a visita à usina de reciclagem do município e à fábrica de cimento  da Lafarge.

Para Bonduki, a oportunidade de conhecer mais sobre a tecnologia do coprocessamento será útil para definir os próximos passos e alimentar o debate sobre a política de resíduos sólidos. “A visita à planta da indústria de cimento foi importante para subsidiar a discussão no âmbito do grupo técnico instituído para elaboração das diretrizes para recuperação energética dos resíduos sólidos urbanos”, afirmou Nabil Bonduki.

Na visita à Usina de Reciclagem de Cantagalo, Nabil observou que mesmo usinas de pequeno porte podem realizar o trabalho de separação de resíduos urbanos, o que não limita a tecnologia do coprocessamento a grandes centros urbanos.

A visita foi acompanhada pelo diretor do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa, e do gerente de Relações Institucionais da ABCP, Mario William Esper.

Foto: Da esq. para a dir., Mario William Esper (ABCP), Silvano Silvério da Costa (Ministério do Meio Ambiente), Nabil Bonduki (secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano) e Guga de Paula (prefeito de Cantagalo)

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Coprocessamento de resíduos sólidos urbanos tratados


Estudo realizado pela ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) mostra que o Brasil produziu quase 61 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos em 2010, 6,8% mais que o registrado em 2009.

Desse total, quase 23 milhões de toneladas foram parar em lixões e aterros sanitários, trazendo consideráveis danos ao meio ambiente, com riscos de contaminação do solo e da água.

A lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos aprovada em 2010, prevê a extinção dos lixões até 2014. Os resíduos somente poderão ser dispostos em aterros quando todas as possibilidades de aproveitamento tiverem sido esgotadas.

Nesse contexto, a indústria de cimento se apresenta como uma das alternativas ambientalmente adequadas para a recuperação energética desses resíduos, conforme previsto na lei

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Destinação adequada a pneus inservíveis


A indústria do cimento coprocessou 45 milhões de pneus em 2011, o equivalente a 36 mil km. Enfileirados, os pneus podem cobrir a distância entre o Rio de Janeiro e Pequim, ida e volta.

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